Quinta-feira, 17 de Maio de 2007
1 improviso de 2 minutos para ler, sentir e esquecer
O ar enche-se de partículas de luz,
respira-se perfume e as hormonas parecem saltar por entre os poros da pele.
Há uma renovação cíclica da natureza
que, todos os anos, desperta do seu sono de inverno.
 
Ouve-se o chilrear dos pássaros e sente-se o declamar de poemas por boémios.
E as cores, reflectidas pelos jardins viçosos, parecem pintar o meu interior cinzento
e despertar leves texturas que desaguam num rosto semi-jovial.
É como uma vitamina que me aveluda o paladar pela vida,
esta Ănima de Gaia, translúcida, que me transcende.
 
Há dias em que me sinto cheio de tudo.
Mas, vendo bem as coisas, eu não tenho nada.
Os sentidos que possuo são emprestados
e é-me concedido o privilégio de passear por jardins que meus não são.
 
Ouço a liberdade que passa por entre as folhas das árvores
e por entre as brancas nuvens do céu.
Ouço-a dizer-me, com suavidade, ao ouvido:
A primavera… dá-se também dentro de nós.
(imagem retirada da internet)
Atentamente,
ejail.

sinto-me: Snifador de Pólen
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publicado por ejail às 11:41
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